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Matthew Young Young itibaren La Cuchilla, S.L.P., Meksika itibaren La Cuchilla, S.L.P., Meksika

Okuyucu Matthew Young Young itibaren La Cuchilla, S.L.P., Meksika

Matthew Young Young itibaren La Cuchilla, S.L.P., Meksika

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Existe uma regra de ouro na Lingüística que diz: "só existe língua se houver seres humanos que a falem".E o velho e bom Aristóteles nos ensina que o ser humano "é um animal político". Usando essas duas afirmações como os termos de um silogismo (mais um presente que ganhamos de Aristóteles), chegamos à conclusão de que "tratar da língua é tratar de um tema político", já que também é tratar de seres humanos. Por isso, o leitor e a leitora não deverão se espantar com o tom marcadamente politizado de muitas de minhas afirmações. É proposital; aliás, é inevitável. Temos de fazer um grande esforço para não incorrer no erro milenar dos gramáticos tradicionalistas de estudar a língua como uma coisa morta, sem levar em consideração as pessoas vivas que a falam. O preconceito lingüístico está ligado, em boa medida, à confusão que foi criada, no curso da história, entre língua e gramática normativa. Nossa tarefa mais urgente é desfazer essa confusão. Uma receita de bolo não é um bolo, o molde de um vestido não é um vestido, um mapa-múndi não é o mundo... Também a gramática não é a língua. A língua é um enorme iceberg flutuando no mar do tempo, e a gramática normativa é a tentativa de descrever apenas uma parcela mais visível dele, a chamada norma culta. Essa descrição, é claro, tem seu valor e seus méritos, mas é parcial (no sentido literal e figurado do termo) e não pode ser autoritariamente aplicada a todo o resto da língua - afinal, a ponta do iceberg que emerge representa apenas um quinto do seu volume total. Mas é essa aplicação autoritária, intolerante e repressiva que impera na ideologia geradora do preconceito lingüístico.

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This book was reviewed by a student on the Franklin Jr. High newsletter, so I figured it was a safe bet. It takes place after WWII and sounded pretty exciting and I always love those stories, so I checked it out. Carol saw it and read it first. She was shocked by the sex scene. It was mild, but I can understand how it would be shocking to her. I don't even like reading that stuff! If I had read the book first I wouldn't have recommended it to her. I learned my lesson! The book was just trash and not even about WWII. I guess no one reviews the books at the junior high.

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The book assumes that having a lot of money is more important than being a productive member of society. The poor dad didn't have a lot of money, but he accomplished more in my view. The rich dad gave more to charity, but nothing says he gave more than would have gone to the charities if someone else owned his real estate. Studies actually show that people with a lot of money give relatively less back to their community than people in the middle class. So I guess I just had philosophical issues with it--and the only practical lesson I remember is the buy low-sell high pyramid he drew. Kind of a no-brainer.